Oportunizar: acompanhe ações de advocacy realizadas entre julho e agosto

Amapá
Em julho, Rafaela Esteffans, representante do projeto no Amapá, reuniu-se com o segmento LGBTQIA+ da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e o deputado federal Camilo Capiberibe. Ciente da importância do advocacy pela empregabilidade de pessoas trans, Camilo e os também deputados federais Denis Bezerra (CE) e Lídice da Mata (BA) destinaram verba de emendas parlamentares para financiar as ações do Oportunizar.

Na reunião, que tratou de políticas públicas para a população LGBTQIA+ do Amapá, estiveram também presentes Édem Jardim, coordenador municipal de diversidade de Macapá e Fleur Duarte, presidenta do grupo Pró-Vida.

Houve também uma reunião com representantes do sistema S para falar sobre uma possível parceria para oferecer cursos profissionalizantes voltados à população trans de Macapá, além de um encontro formal com o coordenador municipal de diversidade de Macapá, Édem Jardim.

Bahia
A equipe técnica do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT da Bahia recebeu Paulett Furacão, representante do Oportunizar no estado. No encontro realizado em agosto, além da apresentação do projeto, foram levantadas discussões sobre a vulnerabilidade social das pessoas trans e a falta de preparo das empresas baianas para absorver e respeitar essa população.

Estão agendadas para as próximas semanas reuniões do Oportunizar com a Secretaria Estadual do Trabalho e Renda, o Aeroporto de Salvador, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Bahia) e Secretaria de Reparação de Salvador.

Ceará
Em agosto, a representante do Oportunizar no Ceará, Silvinha Cavalleire, participou do lançamento da plataforma LGBTQIA+ do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), realizado de forma virtual com transmissão pelo canal no YouTube da Secretaria de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS). Na ocasião, foi a apresentada a ferramenta que oferece destaque e visibilidade para trabalhadoras e trabalhadores LGBTQIA+ em busca de uma colocação no mercado formal de trabalho.

A representante do Oportunizar falou da importância do projeto e da necessidade de incentivar as empresas a buscarem os perfis dessas pessoas na plataforma.

Espírito Santo
A representante no Espírito Santo, Liliane Caldeiras, reuniu-se, em agosto, com a Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (ADERES) e a Secretaria Estadual de Direitos Humanos para apresentar o Oportunizar. Estava presente também toda a equipe de assessores de projetos da agência.

Na ocasião, foi pautada uma articulação com a Secretaria Estadual de Educação para oferecer educação para jovens e adultos (EJA) direcionada a mulheres trans. Também foi proposta parceria com o Senai para levar à população trans do estado cursos profissionalizantes, como confecção de moda fitness e design de barba.

Goiás
Durante o mês de agosto, a representante em Goiás, Cristiany Beatriz, fez contatos importantes dentro das ações do projeto. Houve uma reunião com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH) de Goiânia, na qual participaram Vitor Cadillac, superintendente de políticas LGBTQIA+, e John Maia, gerente de saúde, educação e cidadania LGBT.

Depois, foi a vez de se encontrar com a superintendente estadual de Direitos Humanos, Ana Luiza, e o gerente da diversidade do estado de Goiás, Rogerio Araújo.

O Oportunizar foi também apresentado à Iara Nunes, coordenadora de interlocução e recolocação no trabalho da Superintendência da Retomada do Trabalho Emprego e Renda (SRTER), e Thais Menezes, psicóloga da Secretaria Estadual de Direitos Humanos (SEDH).

Pará
Flores Astrais, representante no Pará, teve um encontro promissor com a Gerência de Proteção a Livre Orientação Sexual (GLOS) da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH). Na reunião realizada em agosto, ficou acertada uma parceria nos projetos de qualificação em espaços de formação e inclusão. A GLOS mapeará e coletará demandas da comunidade LGBT+, além de buscar termos de cooperação técnica com outras secretarias.

Pernambuco
Em Pernambuco, a representante Samantha Vallentine recebeu a coordenadora do Oportunizar, Tathiane Araujo, para uma reunião estratégica, no final de agosto. Participaram a coordenadora de políticas LGBT de Pernambuco, Poliny Aguiar, o coordenador do Ambulatório Patrícia Gomes, Ricardo Omena, a conselheira fiscal da Rede Trans Brasil, Hemilly Maynard e o primeiro vereador gay eleito em Olinda, Vinícius Castelos.

Foram discutidas estratégias para ampliar as ações da gestão para formação e empregabilidade de pessoas trans, além de sugerir ao Legislativo maior cobrança das secretarias do estado e do município nesse sentido.

Estão sendo planejadas também visitas em caravana junto à Coordenadoria Estadual da política LGBT pelas secretarias responsáveis por formação e empregabilidade em Pernambuco.

Rio Grande do Sul
Os contatos feitos no Rio Grande do Sul pela representante Ana Paula Sander foram bem animadores. No início de agosto, houve uma reunião virtual com a Dell Technologies do Brasil, na qual participou Marina Almeida, especialista interna de produtos e líder do Pride – grupo de diversidade da empresa. Nessa conversa, a empresa, que incorpora a inclusão e a diversidade em sua política interna, mostrou-se disposta em participar do Oportunizar disponibilizando vagas de emprego e, posteriormente, disponibilizando cursos de capacitação na área de Tecnologia da Informação, através da plataforma Lead.

A cooperativa financeira Sicredi também foi contatada em reunião virtual com duas representantes de seu grupo de diversidade – uma delas sendo uma mulher trans que trabalha na área de TI da instituição. Sensibilizadas pela ideia do Oportunizar, elas se comprometeram em levar a proposta para a gestão interna.

Já no encontro com o escritório Andrade Maya Associados Advogados, a ideia do Oportunizar foi recebida com entusiasmo pelo advogado Mateus Gasparotto. Também adepto de uma política voltada à diversidade e inclusão, o escritório pretende disponibilizar vagas nas áreas administrativa e jurídica, assim que estiverem disponíveis à população trans, passando à gestão do RH, para que olhem com maior sensibilidade no recrutamento.

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