Rede Latino Americana de Pessoas Trans eleita para próxima gestão do Conselho Nacional de Assistência Social do Brasil

O Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS realizou na última terça feira dia 02, assembleia virtual para as entidades, representantes e organizações de usuários da Assistência Social e entidades e organizações que representam trabalhadores do Sistema Único da Assistência Social – SUAS, para participarem do Processo Eleitoral da Sociedade Civil no CNAS, as instituições indicaram …

Ler mais…Rede Latino Americana de Pessoas Trans eleita para próxima gestão do Conselho Nacional de Assistência Social do Brasil

Rede Trans conhece trabalhos desenvolvidos em Rio Branco – AC

Na tarde da quarta-feira 25 de Setembro de 2019, a coordenadora do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), procuradora de Justiça Patrícia Rêgo, recebeu a presidente da Rede Nacional de Pessoas Trans (Redetrans), Tathiane Araújo.

Militante da causa LGBT, a presidente da Redetrans conheceu o trabalho desenvolvido pelo CAV e discutiu parcerias com o MPAC para ações de inclusão social e realização de eventos destinados ao público transexual. Ela apresentou também uma cartilha intitulada “Diálogos Sobre Viver Trans – Monitoramento: Assassinato e Violação de Direitos Humanos de Pessoas Trans no Brasil”.

Um dos temas discutidos durante o encontro foi a implementação da política ambulatorial para pessoas transexuais em Rio Branco, bem como uma parceria para a realização, em dezembro, do IV Workshop Regional Norte da Redetrans em Rio Branco, que tem como objetivo levar formação política e troca de experiências entre pessoas trans.

A procuradora de Justiça também expôs durante a reunião campanhas do MPAC que visam sensibilizar a população sobre a causa, destacando que o trabalho é realizado de forma interna e externa.

“Foi uma reunião bastante produtiva, que nos trouxe informações úteis para o dia a dia do CAV e também com relação a futuras parcerias que deveremos firmar, como para a realização do Workshop”, destacou a procuradora de Justiça Patrícia Rêgo.

Thatiane elogiou e destacou a importância do trabalho realizado pelo CAV. “Já conhecia o trabalho do MPAC, porque nós que fazemos parte dos movimentos LGBT ficamos muitos felizes e sempre discutimos em nossas conversas as experiência exitosas desenvolvidas para a nossa população. Tive o prazer de comprovar nessa visita o olhar qualificado e o entendimento da causa”, salientou.

 

Afiliadas da Rede Trans Brasil vão as ruas a favor de uma educação de qualidade e marcham com a multidão em apoio!

A educação do Brasil vem passando por grandes transformações ao longo do tempo, desde o período colonial quando a educação era dada apenas para homens, ricos, brancos e donos de grandes extensões de terras que pudessem pagar pelo ensino, poderiam ter acesso à educação.

Foram-se travadas grandes batalhas para que a população brasileira de diversas categorias tivessem o acesso a leitura, interpretação de textos, aprendizagem as operações, identificação de mapas, conhecimento a história de seu território e a aprendizagem sobre música, artes e cultura dentre outros saberes.  Nesse contexto, a escola foi se tornando mais acessível para o restante da população (lembrando que isso perdurou quase 519 anos até os dias de hoje) formado de mulheres, negros, pobres, pessoas com deficiências, população rural, indígenas, quilombolas, imigrantes dentre outros, puderam ter uma educação pautada nos seus interesses voltados para sua compreensão.

Nesse atual governo federal, existe uma proposta de cortes de verbas, fantasiado de “contingenciamento“, na educação para dificultar o acesso da população menos favorecida a esta politica. Uma categoria em especial continua lutando e resistindo pelo acesso à educação, a população LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) que desde a sua primeira conferencia nacional em 2008, pautam pontos específicos que tratam de sua entrada e permanência na educação do país, dentre elas o respeito ao Nome social, que trouxe um grande numero de travestis e transexuais de volta as salas de aula. Algumas categorias desse segmento conseguem se inserir contado com a sensibilização de educadores, equipe pedagógica e direção, o que não é realidade da maioria de Travestis e Transexuais, que por conta da falta de qualificação da discussão de identidade de gênero de pessoas trans em no ambiente escolar ainda no século XXI amargam a exclusão da sociedade e o desprezo de políticos e educadores de vários lugares do país.

Essa luta travada pela população Trans traçando novos moldes pautados no respeito à diversidade, conseguiram algumas ações de êxito pelo país, tendo como maior trunfo o Projeto Transcidadania, Projeto implantado em São Paulo – SP que visa à cidadania, educação e inclusão dessa população no mercado de trabalho formal através de cursos de qualificação das profissões que essa população almeja. O projeto deu tão certo que o então presidente dos Estados Unidos na época, Barack Obama veio ao Brasil conhecer a tão elogiada estratégia de inclusão desse segmento excluído e marginalizado.

Uma reforma esdrúxula na Previdência Social, prevê que os Brasileiros devam se aposentar aos 70 anos com uma espécie de título de capitalização paga pelos trabalhadores sem ajuda do governo federal ou empresário empregador. Realidade muito distante da população Trans  Tendo em vista que mulheres Travestis e Transexuais tem uma expectativa de 35 anos de idade, para mulheres trans também apontamos a precarização da falta de oportunidades de trabalhos formais, pois em pesquisa de instituições do movimento trans em capitais das cinco estimamos que 85% dessa população só tem como alternativa de trabalho a prostituição e também a única alternativa de sobreviver, já os homens transexuais, ainda sofrem a exclusão pelo despreparo do mercado de trabalho com a especificidades e amargam em especial no campo da saúde e seu envelhecimento devido aos agressivos efeitos da hormonioterapia.

Visando se somar a luta dos movimentos sociais comprometidos com uma educação inclusiva e para todxs, diversas afiliadas da Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil, participaram em várias cidades do Brasil dos protestos que disseram “Não” as intervenções do atual presidente, na estrutura de educação desde da mentira implantada sobre a Ideologia de gênero, termo que visa deturpar a importante luta de pessoas trans pelo respeito a identidade de gênero até a tentativa de cortar verbas das universidades em uma clara perseguição.

A Rede Trans Brasil aderiu as manifestações que aconteceram no último dia 30 de maio por todo o país, reafirmando o apoio ao chamado das greves pelos sindicatos de classe caso o atual presidente insistir em retirar os direitos da população brasileira na educação, e aos os cortes de direitos na previdência a população do Brasileira, em todos os países que políticas semelhantes foram implantadas não obtiveram êxito, a exemplo o que acontece no Chile, onde vem aumentando drasticamente o numero de suicídios da população de idosos no país.

Nenhum direito a menos aos brasileiros!

Nas fotos pode-se observar as afiliadas e afiliados da Rede nos protestos que aconteceram no ultimo dia 30/05/2019 pelo país                      

Ministério da Saúde retira do ar cartilha de saúde do Homem Trans

Uma cartilha dirigida a homens trans foi tirada do site do Ministério da Saúde nesta quarta-feira, 2, seis meses depois de ser lançada. Produzido pela pasta em parceria com organizações não-governamentais, o material traz dicas de  prevenção de infecções sexualmente transmissíveis voltadas para essa população: pessoas que, ao nascer, foram consideradas do sexo feminino, mas que se definem como …

Ler mais…Ministério da Saúde retira do ar cartilha de saúde do Homem Trans

Rio Grande do Norte é o 6º estado brasileiro a publicar provimento para retificação de pré nome e gênero de pessoas trans.

Hoje o movimento civil organizado do Rio Grande do Norte, com participação da Rede Nacional de Pessoas Trans, através da Atransparência-RN e demais instituições do estado, conseguiram uma inédita batalha sob os cartórios do estado. A partir de hoje, depois da assinatura do poder Judiciário, através da Desembargadora do Tribunal de Justiça, Sra Zeneide Bezerra, as pessoas travestis e transexuais do RN poderão fazer suas alterações em seus respectivos cartórios.

Desde março o STF autorizou pessoas trans a mudar o seus pré-nomes e gênero, mesmo sem cirurgia ou decisão judicial , isso implica numa vitória que a anos o movimento trans luta por todo o país. O Rio Grande do Norte é o 6º estado do país (Até agora os estados de Sergipe, Ceará, Rio Grande do Sul, São Paulo (Santos) e Goiás já compartilharam seus provimentos ) a autorizar através de provimento a alteração do pré nome por meio de averbação , sem laudos       médicos,  uma vitória que hoje foi comemorada por a população trans Potiguar.

A cidade de Mossoró, situada no Oeste Potiguar, conhecida nacionalmente por ser a “Terra da Liberdade” foi protagonista também da luta trans, mesmo antes do provimento ser assinado pela desembargadora Zeneide Bezerra, as pessoas trans desta cidade, já poderiam fazer suas retificações noscartórios da cidade.

A publicação do provimento será feita no dia 29 de maio por meio do Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte.

 

 

DPU promove audiência pública sobre registro civil de pessoas trans

A Defensoria Pública da União (DPU) vai promover uma audiência pública com o tema “Regulamentação Nacional de Retificação de Registro Civil de pessoas Trans: a ADI 4275 e os parâmetros mínimos na Resolução do CNJ”, na próxima segunda-feira (7), às 13h, na sede da DPU em Brasília. A iniciativa é do Grupo de Trabalho Identidade …

Ler mais…DPU promove audiência pública sobre registro civil de pessoas trans